Política Prefeitura reativou todos os equipamentos de tratamento do coronavírus em Salvador

04 de dezembro de 2020, às 13:12

O prefeito ACM Neto (DEM) declarou na manhã desta sexta-feira (4) que a prefeitura reativou todos os equipamentos de tratamento da Covid-19 em Salvador, a exemplo dos leitos clínicos e de Uniddae de Terapia Intensiva (UTI). Segundo ele, atualmente, a ocupação dos leitos na capital baiana está em 65%.

“Há uma aceleração na disponibilização de novos leitos clínicos e de UTI. O meu desejo é de que a gente volte ao patamar que foi ofertado pela prefeitura no pico da pandemia aqui em Salvador. Hoje nós estamos com a taxa de ocupação de 65%, e está variando de 50% a 70%, não tem sido menor e nem maior que isso. Portanto, está relativamente sob controle. Quando eu digo relativamente, é porque eu tenho uma preocupação, que inclusive expressei isso em reunião com a minha equipe. É o seguinte: está agora em 65%, mas se a velocidade do número de contaminados for muito grande, ninguém pode desconsiderar, por exemplo, que em três ou quatro dias saia de 60% para 90%. Tem esse risco? Por enquanto não. Mas nós temos que nos preparar para um cenário mais grave, mais complicado. E é isso que nós estamos fazendo”, alertou o prefeito.

Neto ressaltou ainda que a prefeitura está se preparando para um cenário mais complicado, por isso a opção de reativar toda a estrutura que foi montada para combate ao vírus. “Quero deixar uma mensagem: a prefeitura está se preparando para o cenário mais complicado. Nós reativamos todas as nossas estruturas. Ontem eu dei um comando claro para a reativação de todas as estruturas para que a gente tenha a máquina funcionando, como funcionou no pico da pandemia. Essa foi a determinação dada por mim”, completou.

O prefeito destacou também que Salvador, conjuntamente com o Estado, irá entrar na briga para a compra de vacinas, assim que elas forem devidamente autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“E nós vamos entrar com força na corrida atrás da vacina. E vamos fazer todo o esforço. Eu acho, e repito, que deve ser uma soma de esforços da prefeitura e do governo do Estado, que se for preciso, vamos sacrificar recursos de outras áreas para fazer sobrar dinheiro para comprar vacinas. A prioridade é comprar vacina. Dar vacina à população no mais rápido espaço de tempo possível. Dentro, é claro, das limintações legais. Não cabe à prefeitura o processo de reconhecimento, de credenciamento, de avaliação da segurança. Então, sempre colocando sempre essa observação para não haver dúvida sobre um assunto tão sério e esperado pela população.”, concluiu.

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