SAMU: 192 | Bombeiros: 193 | Defesa Civil: 199 | Polícia Militar: 190 

  • Agência Nacional de Saúde 0800-611997
  • Alô-Trabalho 0800-2850101
  • ANEEL 0800-7272010
  • Ministério dos Transportes 0800-610300
  • Banco Central 0800-992345
  • Caixa Econômica Federal 0800-5740101
  • Central Antiveneno 0800-2844343
  • Central de Transplantes 0800-8832323
  • Central Doação de Órgaos (71) 3356-6776
  • Central Estadual de Regulação Médica 0800-714000
  • Coelba - Ligue Luz 0800-710800
  • Correios 0800-5700100
  • Disque-Meio Ambiente 0800-711400
  • Embasa Saneamento 0800-555195
  • Ministério da Educação 0800-616161
  • Fome Zero 0800-7072003
  • Hemoba (71) 3357-0900
  • Ibama 0800-618080
  • INSS 0800-780191
  • Ministério da Fazenda 0800-7021111
  • Pró-Menor 0800-713020
  • Receitafone 0300-780300
  • SAC 0800-715353
  • SOS-Tortura 0800-7075551
  • Serviço Salvador Atende 156
  • TeleHansen 0800-262001
  • Aeroporto Internacional de Salvador (71) 3204-1010 / 1030

Bahia Julgamento de Geddel e Lúcio Vieira Lima acontece nesta terça-feira (1º)

01 de outubro de 2019, às 10:46

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai dar continuidade, nesta terça-feira (1º), ao julgamento dos irmãos Vieira Lima e mais dois réus no caso dos R$ 51 milhões de reais encontrados, em 2017, em um apartamento de Salvador. A sessão da Segunda Turma teve início na semana passada e precisou ser interrompida após a apresentação das defesas dos acusados.

Nesta tarde, os cinco ministros que compõem a turma vão proferir os votos que podem decidir pela condenação ou não do ex-ministro Geddel Vieira Lima, do irmão dele, o ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima, do ex-assessor parlamentar Job Ribeiro Brandão e do empresário e sócio da Cosbat, Luiz Fernando Machado da Costa Filho.

Entre os réus, apenas Geddel está preso, desde setembro de 2017, na Penitenciária da Papuda, em Brasília. Os quatro são acusados de corrupção e lavagem de dinheiro. A mãe dos irmãos, Marluce Vieira Lima, que, inicialmente, respondia à ação no STF, vai ser julgada pela Justiça Federal de Brasília.

Comentarios